terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Operação “ Rosas do mundo”

“O sertão está em todo lugar”


(João Guimarães Rosa)

“Rosas do mundo” é mais uma operação de arte pública, lançada pelo Projeto Manifesto das Flores em janeiro de 2008, em Surubim-PE, conhecida no Brasil como a Terra da Vaquejada, com o intuito de homenagear personalidades da cultura, levar as experiências de Cordisburgo-MG (operação “Rosas para o Rosa”) para além dos municípios que fazem parte do Circuito Turístico João Guimarães Rosa e comemorar os dez anos da idealização do Projeto Manifesto das Flores (1998-2008).
Em Minas Gerais, alguns municípios já estão produzido coletivamente rosas de papel crepom nas ruas, escolas e centro culturais para futuras intervenções urbanas em suas cidades.É o caso de Belo Horizonte, contagem e Betim, cidades da região metropolitana, que participaram do lançamento do Projeto no Parque das Mangabeiras em 2003.


Nesses três municípios, milhares de “rosas do centenário” invadirão seus territórios urbanos a partir de maio, como aconteceu na operação “ Bienal”, realizada pelo Projeto na 27ª Bienal Internacional de São Paulo em 2006.Ver abaixo imagens da operação “Bienal”.





Essas invasões ( intervenções urbanas) que estão sendo articuladas pelos artistas e simpatizantes do Projeto, consistirão de atividades relâmpagos, como a distribuição ao público de rosas de papel crepom perfumadas nas praças, parques, centros culturais,transportes coletivos e outros locais públicos.

Artistas da região metropolitana de Belo Horizonte envolvidos nesse processo: Marina Mípus, Eliane Velozo, Uracy Micael, Tânia Maran, Severino Iabá, Vilmar Silva, Jorge Dissonância e outros.

Obs: Outros municípios interessados em participar dessa operação entrar em contado com o artista plástico e empreendedor da operação”Rosas do mundo” Severino Iabá ( 031 – 91711314 ou severinoiaba@yahoo.com.br

Mais imagens e textos sobre as experiências do Projeto no: http://www.jiraudosiabas.com/

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Operação “100 mil rosas pelos caminhos do Rosas”


“O sertão é do tamanho do mundo”

(João Guimarães Rosa)


“100 mil rosas pelos caminhos do Rosa” é uma operação de arte pública idealizada a partir das experiências do Projeto Manifesto das Flores e, em especial, nas operações “Rosas para o Rosa” e da 8ª Caminhada Eco-literária http://www.cordisburgo.mg.gov.br/sites/7600/7635/festas/8ªCAMINHADA.pdf realizadas em Cordisburgo, durante a Semana Roseana de 2006.

Essa operação tem por objetivo inserir os moradores dos municípios pertencentes ao Circuito Turístico João Guimarães Rosa (Araçaí, Buritizeiro, Cordisburgo, Corinto, Curvelo, Felixlândia, Inimutaba, Lassance, Morro da Garça, Pirapora, Presidente Juscelino, Três Marias, Várzea da Palma) num processo de criação coletiva, durante as comemorações de centenário de nascimento do escritor João Guimarães Rosa.

Para esses municípios estão previstas, dentre outras atividades, a realização de oficinas e confecção de 100 mil rosas de papel crepom cor de rosa. para distribuição e “plantio” coletivo nos espaços públicos dessas cidades.
Essas intervenções de inserção na dinâmica social, cultural e ambiental do Circuito serão realizadas por artistas do projeto e moradores da região no período de abril a julho de 2008.
Todo o processo de criação vivido em cada município será acompanhado pelo Projeto Manifesto das Flores e documentado em fotografia e vídeo para futura exposição itinerante nas cidades do Circuito Guimarães Rosa e noutras cidades de Minas e do Brasil.

Obs: A operação“100 mil rosas pelos caminhos do Rosa” foi lançada durante a Semana Roseana, realizada de 15 a 21 de julho de 2007. Recentemente foi aprovada pela Lei Estadual de Incentivo a Cultura do Estado de Minas Gerais, para ser apoiado através de renúncia fiscal (ICMS).

Mais informações com a empreendedora dessa operação elianevelozo@terra.com.br ( 31-33756183)

REALIZAÇÃO
Projeto Manifesto das Flores

APOIO CULTURAL

Museu Casa Guimarães Rosa
Associação dos Amigos do Museu Casa Guimarães Rosa
Associação dos Municípios do Circuito Turístico Guimarães Rosa

Propostas de artes do Projeto

Algumas propostas de artes desenvolvidas pelo Projeto Manifesto das Flores

“ Ciranda das Rosas” – Oficina de arte interativa envolvendo a literatura, a dança de roda e a confecção de rosas de papel crepom. Objetiva envolver os participantes num processo de criação coletiva, inserindo-as de forma alegre e criativa no universo revelado por João Guimarães Rosa em suas obras literárias. Foi idealizada a partir das oficinas ministradas pelos artistas do Projeto Manifesto das Flores. Vem sendo ministrada por no mínimo dois oficineiros para um público de, no máximo, 25 pessoas em locais fechados de escolas, universidades e centros culturais. Duração: 3 horas. Obs: O tema desenvolvido pode ser modificado em outros contextos.

“Oficina aberta”- Oficina de confecção de rosas de papel crepom realizada nos espaços abertos para um grande número de pessoas, com aconteceu no I e II FestVelhas Manuelzão, realizados nos municípios de Morro da Garça e Jequitibá em 2005 e 2007. Tem o objetivo de envolver de maneira democrática as pessoas num processo de criação e aprendizagem compartilhada. São realizadas geralmente em espaços não convencionais, como ruas e praças. Também pode ser ministrada para um pequeno grupo em ambiente fechado.
Tem sido realizada há muitos anos pelos artistas do Projeto. É ministrada por um ou mais oficineiros, auxiliados por alguns monitores. Duração: variável

“Oficina/intervenção” -Oficina de confecção de rosas em papel crepom, geralmente ministrada para um pequeno grupo de pessoas interessadas na produção de milhares de rosas para uma intervenção urbana na sua escola ou cidade, como aconteceu em Cordisburgo-MG, São Paulo-SP, Surubim -PE entre outras. Tem o objetivo de intervir na dinâmica ambiental, social e cultural das cidades. Duração: variável

“Rosas prontas e perfumadas”- Rosas de papel crepom perfumadas com essência de rosa e uma pequena mensagem fixada à flor. São confeccionadas pelos artistas e simpatizantes do Projeto desde 2006. São, geralmente, utilizadas para distribuir ao público em momentos especiais, como fizeram os artistas do Projeto na 27ª Bienal Internacional de São Paulo em 2006.



Mais informações sobre estas e outras propostas de artes: contato com Severino Iabá (31) 917111314 ou Eliane Velozo (031-33756183)

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Origem do Projeto

Na década de 60 , o artista plástico Severino Iabá , aprendeu na infância com sua avó Lourença a confeccionar flores de papel crepom para florir a capela da família , especialmente às festividades religiosas e do vilarejo agrícola de Lagoa Nova, localizado em Surubim, município do agreste de Pernambuco.

Depois disso, o artista só voltou à confeccioná-las novamente em 1998, quando foi convidado pelo Arena da Cultura de Belo Horizonte à participar de uma exposição de artes plásticas numa praça do bairro Aparecida, região noroeste de Belo Horizonte-MG.

Na época, como os moradores da Pedreira Prado Lopes, próximo desse bairro, haviam sido vítimas de uma ação policial violenta e estavam vivendo clima de revolta, Iabá lembrou-se das rosas de papel de sua infância e optou em ministrar uma oficina de flores para a comunidade.

Na oportunidade, crianças e adultos produziram centenas de rosas brancas , amarelas e vermelhas. Depois, grande maior parte das rosas produzidas foram levadas pelos participantes e o restante plantadas no gramado da praça por um grupo de crianças.

Foi naquele momento, ( ver f-1) que o artista plástico Severino Iabá idealizou o Projeto Manifesto da Flores, que foi lançado em 2003 na Praça Afonso Arinos e no Parque das Mangabeiras de Belo Horizonte, com o envolvimento dos artistas Eliane Velozo e Jorge Dissonância . Nesse espaço, um grito contra a guerra no Iraque e a crescente onda de violência na Região Metropolitana da Belo Horizonte e no Brasil foi realizado através de uma instalação composta de cinqüenta mil rosas de papel crepom branco, construída com participação de centenas de estudantes e educadores da Região Metropolitana de Belo Horizonte.

A partir dessa experiência, nos últimos cincos anos, muitas outras intervenções tem sido realizadas com o envolvimento desses e outros artistas, como Marina Mípus,Tânia Maran, Uracy Micael, Terezinha de Assis,Vilmar Silva, Ronaldo Alves, Fernando Guerra e outros.Saiba mais sobre o Projeto e suas experiências realizadas no Brasil no site www.jiraudosiabas.com .


A invasão das rosas do centenário

Conteúdo ainda não disoponível

Apresentação e crítica de arte

“Imaginem as cidades do mundo transformadas em imensos jardins...”
Severino Iabá

Manifesto das flores é um projeto de arte pública de inserção na dinâmica social, cultural e ambiental das cidades. O Projeto foi idealizado em 1998, após uma apropriação do artista plástico Severino Iabá com os moradores da Pedreira Prado Lopes, realizada durante um circuito cultural do Arena da Cultura de Belo Horizonte.

Em 2003, com o crescimento da violência nos grandes centros urbanos - principalmente nas escolas - e a invasão do Iraque, Iabá articulou-se com artistas, estudantes, educadores e moradores da região metropolitana de Belo Horizonte e propôs, entre outras coisas, a realização de algumas apropriações e intervenções urbanas. Todo o processo foi construído e celebrado coletivamente com o plantio de cinqüenta mil flores de papel crepom e ofício branco nos gramados do Parque das Mangabeiras e Parque Municipal Américo Bené Gionnetti, num manifesto de amor-cidadão contra a violência no Brasil e no Mundo.

As finalizações dessas apropriações resultaram em instalações intituladas “Pra não dizer que não falei das flores” (capa da fita) que foram escolhidas em 2004, pela mostra Resumo Hoje como a exposição do ano de 2003. Nessa época o jornalista e crítico de arte Morgan da Motta assim se expressou sobre o projeto: “Desde a Semana de Arte de Vanguarda, realizada com a inauguração da Fundação Cloves Salgado (Palácio das Artes) e os Domingos de Criação, no Rio de Janeiro, sob a curadoria do crítico de arte Frederico de Morais - não se via nada tão consistente e atraente em nível de apropriação e arte conceitual. Essa proposta de criações coletiva, que fez ressoar por toda cidade um grito contra a violência e a exclusão, sem dúvida nenhuma, foi o que melhor aconteceu de mais importante no Brasil.”

Em 2004 foi produzido em vídeo contendo as experiências do projeto e exibido durante uma coletiva do Resumo Hoje no museu mineiro de Belo Horizonte. Em 2005, artistas como Eliane Velozo (fotógrafa), Jorge Dissonância (músico), Vilmar Silva (poeta), Uraci Micael (contador de história) e alguns educadores que participaram do lançamento do projeto em 2003, fundam com Iabá o grupo Jirau das Rosas de Crepom com o objetivo de dá continuidade as performances e oficinas de rosas nas ruas e praças da cidade.
Depois de Belo Horizonte, Betim e Contagem, outros municípios de Minas e do Brasil continuam reeditando as experiências do projeto com o apoio do artista e do grupo Jirau das Rosas de Crepom.


“Atualmente, no Brasil, as artes visuais vêm acontecendo de forma cada vez mais constante em espaços públicos. Enfatizam-se, nos centros urbanos, iniciativas coletivas com o envolvimento da comunidade, despertando o sentimento de cidadania e de melhoria na qualidade de vida, visando à ampliação do universo cultural. A cidade é um cenário de arte pública, é a tela do artista que intervém no espaço urbano.” (1)
(1) Pedro da Silva, Fernando. Arte Pública, diálogo com a comunidade. Belo Horizonte: C/Arte, 2005.

A Festa do centenário em Cordisburgo e noutras cidades

Conteúdo ainda não disponível

Como participar das operações?

São muitas as maneiras de participar do Projeto, dentre elas, ajudando a divulgar para um maior número possível de pessoas as propostas e atividades relacionadas ao centenário de Guimarães Rosa que estão sendo desenvolvidas, participando das operações de arte do projeto na sua cidade e enviando fotos e/ou textos das experiências vividas nessas operações do para serem publicadas no site http://caminhosdorosa.blogspot.com/ .


Mais informações com os artistas empreendedores dessas operações Severino Iabá e Eliane Velozo.(O31- 91711314)


Site e e-mail do Projeto Manifesto das Flores

http://www.jiraudosiabas.com/

http://www.blogger.com/jiraudosiabas@yahoo.com.br

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

+ Espetáculo: "O amor no Grande Sertão"

Adaptação: Ana Leonel Queiroz

João Bosco Alves - Contador de estórias

ESPETÁCULO PRESTA HOMENAGEM AO CLÁSSICO DE GUIMARÃES ROSA, O LIVRO “GRANDE SERTÃO: VEREDAS

A clássica história de “Grande Sertão: Veredas”, publicação que completou 50 anos em 2006, ganha os palcos na montagem O amor no Grande Sertão।


As 568 páginas do romance foram adaptadas por Ana Leonel Queiroz, que enxugou a narrativa। A pesquisa que deu origem ao texto durou três anos.


Para mim, a adaptação ficou completa, pois consegui abordar todos os elementos do livro, criando sentido entre eles e com o ritmo adequado para o teatro, conta Ana Leonel। Riobaldo Tatarana interpretado por João Bosco Alves fica uma hora em cena. Pode-se dizer que de certa forma o livro é um monólogo. O ex-jagunço Riobaldo, recebe em sua fazenda, a visita de um certo doutor, a quem ele conta sua história. Fala do seu amor proibido por Diadorim, do pacto com o diabo, das lutas entre bandos nos campos gerais. A interpretação do monólogo ocorre em três níveis, afirma o ator: como narrador conta o vivido quando jagunço: como personagem, vive o que está narrando e como interlocutor, escuta o silêncio do doutor às suas insistentes dúvidas e indagações.


Em 2006 João Bosco foi indicado ao prêmio Usiminas/Sinparc na categoria melhor ator pelo desempenho neste trabalho।


No ano do centenário de nascimento desse grande escritor (2008), torna-se fundamental ampliar a divulgação da obra roseana, contribuindo para as comemorações através da linguagem cênica proposta.
Sempre com ótima repercussão, este espetáculo vem sendo apresentado em Belo Horizonte - sete temporadas - e ainda em diversas cidades do interior de Minas Gerais। Atualmente está participando, pela segunda vez, da Campanha de Popularização do Teatro e da Dança no Teatro Escola da Serra, Rua do Ouro 1900, Bairro Serra. Sexta e sábado às 20 horas e no domingo às 19 horas, até o dia 24 de fevereiro.


Ainda este ano deve seguir carreira nacional em turnê por diversas capitais brasileiras e cidades do interior.
Informações: e-mail leonelqueiroz@terra.com.br – Telefones (31) 32231241 -88721241










terça-feira, 25 de dezembro de 2007

Operação "Rosas para o Rosa" - 2006

“Rosas para o Rosa” foi uma operação de arte pública do Projeto Manifesto das Flores realizada em 2006, com o objetivo de provocar uma inserção na dinâmica social, cultural e ambiental do município de Cordisburgo/MG, antes e durante as comemorações referentes ao Cinqüentenário de lançamento dos livros Grande Sertões:Veredas e Corpo de Baile, do escritor João Guimarães Rosa।

Jardim do Museu Casa Guimarães Rosa


Todo o processo de criação foi iniciado a partir de duas oficinas de rosas de papel crepom rosa, ministradas aos moradores de Cordisburgo pelos artistas Severino Iabá e Eliane. Depois disso, 20 mil rosas foram produzidas, plantadas e distribuídas durante a Semana Roseana por moradores e visitantes no jardim do Museu Casa Guimarães Rosa , na Praça da Matriz da cidade e na Gruta do Maquiné.

Esta foi uma forma que os cidadãos da “Cidade do Coração” encontram para expressarem admiração e afeto ao filho ilustre da terra e à cultura da qual pertencem.
CO-REALIZAÇÃO

Projeto Manifesto das Flores
Associação dos Amigos do Museu Casa Guimarães Rosa
Museu Casa Guimarães Rosa

PARTICIPAÇÃO


Visitantes e moradores de Cordisburgo
Escolas municipais e estaduais de Cordisburgo.
Gruta do Maquiné

Depoimentos sobre o "Rosas para o Rosa"


Meu nome é Regina, estive em Cordisburgo na Semana Roseana e te conheço de lá.

Que dias maravilhosos aqueles. Vira e mexe na agitação que é essa vida de São Paulo me lembro da manhã em que pegamos uma carona com a Rita (minha amiga Ceres e eu) e fomos pra Maquiné trabalhar na oficina Rosas para o Rosa. Momentos de pura fruição, com todos nós concentrados só em produzir beleza. Em produzir Rosas para quem nos deu tanta Beleza, o Rosa. Até o motorista do Setelagoano, que chegou meio sem jeito, produziu lindas flores. A arte é para todos, sem dúvida nenhuma. Tem uma frase Guimarães Rosa que eu acho magnífica: "A beleza aqui é como se a gente a bebesse, em copo, taça, longos, preciosos goles servidos por Deus. É de pensar que também há um direito à beleza, que dar beleza a quem tem fome de beleza é também um dever cristão." Então era isso que fazíamos ao manusear aquelas tiras de crepom rosa, devolver beleza, dar beleza. E como aquela cidade ficou linda com seus jardins rosa. E como as pessoas de lá se orgulharam desses momentos de beleza. Ficava pensando: como uma idéia tão simples pode ser tão poderosa?



Trecho de um depoimento enviado no dia 1º de março de 2007 ao artista plástico Severino Iabá, por uma participante da Semana Roseana de 2006.






Oficina de rosas no estacionamento da Gruta do Maquiné – Foto enviada por Regina Pereira

Exposição Fotográfica em Pernambuco

De 10 a 25 de janeiro de 2008, realiza-se-á no Espaço Cultural Capitú de Surubim/PE, a exposição fotográfica documental “ Rosas para o Rosa” em homenagem ao centenário de nascimento o escritor mineiro João Guimarães Rosa. Na oportunidade será lançada a operação “ Rosas do Mundo”, comemorando assim os 10 anos do projeto Manifesto das Flores.

São 12 imagens captadas pelos artistas Ronaldo Alves, Eliane Velozo, Janaina Velozo e Severino Iabá, sobre a operação de arte pública“Rosas para o Rosa”realizada no município de Cordisburgo, terra natal do escritor mineiro, durante a Semana Roseana de 2006.

Foto: Janaina Velozo


Foto: Eliane Velozo

Foto: Severino Iabá

Foto: Ronaldo Alves

No mesmo espaço, durante o período da exposição, se realizarão outras atividades aberta ao público, como a oficina de arte interativa intitulada de “ Ciranda das Rosas”। Esta oficina que será ministrada pelo artista plástico Severino Iabá, envolverá, dentre outras coisas, os contos de Guimarães Rosa, a dança de roda e a confecção de rosas de papel crepom rosa।

Abertura: dia 10 de janeiro às 20 horas

Curadoria: Eliane Velozo

Espaço Cultural Capitu - Rua Maria Barbosa ,49 Centro- Surubim –PE

Mais informação: Fernando Guerra ( O81- 36341313 ) ou Severino Iabá

Realização : Espaço Cultural Capitú

Apoio: Projeto Manifesto das Flores e Jirau dos Iabás